• Paulo Sérgio Rosseto

humano

No máximo te penso

Nem mesmo te ouço

Tampouco te chamo


Arrependo por esse letárgico processo

De abandono aos pedaços

É que apesar de poeta ainda estou insano

Insistindo mais do que minha idade é capaz


Preciso deixar de ser razão

Retornar-me humano sem utopia


Morrer não é mau

Se a vida não parasse

Eu nem partia

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