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                                                    PSRosseto

  • Paulo Sérgio Rosseto

Se até meia palavra detém significados

Meia porção de poema ainda que breve

Descreve infindos predicados

Para quem o ame ou despreze

Mesmo que esdruxulo ou sereno

Severo ou eterno como um brilho no infinito


Por isso todo verso

Ainda que no apelo do amor farfalhe

Sempre é bonito em qualquer idioma

Se consegue dos sentidos avizinhar-se

Pela emoção de quem o separe

Independente de quem lhe reserve


Ao poeta apenas cabe o exercício da escrita

Nos poros da alma suada

De alguém que o leia ou declame

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  • Paulo Sérgio Rosseto

O que orbita entorno ao teu coração

Reconforta esse peito descuidado

Aproxima-te da minha terra impura

Revive meu jardim já desbotado


Tomando aflições por bons costumes

Somos parte intrínseca que partilha e ama

Sentimentos diversos sob efeitos divergentes

- Se tua luz me aclara minha lua te chama


Todo o todo em nós é pragmático infinito

Universo muito aquém de simples mundos

Descabendo as retrações dos próprios polos


Há quem denomine ilógico destino

A teimosia eclodir densa ternura

Das nossas unhas roçando os mesmos poros

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  • Paulo Sérgio Rosseto

Mesmo os rios de tantas vezes

Não se topam infinitos

Fazem curvas entre matas

Ah! contornam pelas pedras

Circundam barrancas

Às vezes tornam-se menos nítidos

Mas não sei se mais rasos ou profundos

Mansos e bonitos e disciplinados

E se acabam assoreados

Ou no colo de outras águas

Às margens em voltas e vindas


Alguns rechaçam

Aquele necessário momento de introspecção

E trocam a correnteza da foz

Por passeios na praça

Derramam-se entre as ruas

Espreguiçam rebeldes nos quintais

Até invadem casas

Encharcam fogões e camas

Depois dormem enlameados

Da fúria represa de suas mágoas


O bote de minha vida segue seu curso

Apesar da inconstância e dos temporais

Eu é quem não sei ser sereno

Abrupto riacho e tão pequeno

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Poema do Dia:

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