Olá, seja muito bem-vindo!

     Aqui Você acompanha a publicação dos meus Poemas inéditos, além de outras

informações e atividades literárias dia-a-dia.

     Passeie à vontade pelo site e se puder, deixe seu comentário sobre os nossos textos, pois esse feedback é muitíssimo importante para nosso desenvolvimento e aprimoramento

literário. E se puder, compartilhe nossos Poemas nas redes sociais. 

     Muito Obrigado pelo carinho.

                                                    PSRosseto

  • Paulo Sérgio Rosseto

Quando eu estiver de viagem

Não fiques buscando-me nas estrelas

Nem permitas ser fantasma diuturno em teu jardim

- Não estarei tão longe que poderás esquecer-me

Nem tão próximo a ponto de assoprar tuas orelhas


Encontra-me nos arquivos do teu coração

Onde de certa maneira passei

Nalgum cantinho existi nas formas de emoção


E se por acaso a saudade arder mais que um segundo

Certamente irás sorrir certa de que de algum modo

Aprontei alguma boa arte em teu infindo mundo


E somente por esse disfarçado riso

Nos valerá a pena ainda estar guardado ali

0 visualização0 comentário
  • Paulo Sérgio Rosseto

Ensinei minhas mãos teimosas a pouco se verem Às vezes encontram-se, revezam

Condecoram, aplaudem, e retomam seus lados

As minhas mãos pouco sabem uma da outra Ainda mais quando advertem, apontam, condenam Cumprimentam, auxiliam ou dão adeus – Aprenderam a gesticular sozinhas

Porem mantem uma incrédula cumplicidade de energia Ajudam-se obvia e espontaneamente para segurar uma barra Desatar algum nó, pontilhar a viola, carregar emoções Destravar as janelas, encontrar os rumos

Estão é verdade repletas de solidariedade E assim convivem debulhando situações interceptadas Pois até quando minha mente se põe em oração Unem-se e necessitam dessa união Mas não se leem

Independente de onde meus pés andem As minhas mãos precisam ser lidas por minha vida cigana

Enquanto isso folheiam livros e escrevem historias


0 visualização0 comentário
  • Paulo Sérgio Rosseto

Inverso de todo passarinho

Minhas penas pesam por dentro

Coladas às ânsias das asas da mente


Se voo e flano insensato menino

Cumpro as indesejadas sanções

Que fazem morada em meu ninho


Repreendendo os falsos modos

Liberto medos e vícios

Das plumagens da vaidade

E torno esse breve existir

O quanto possível mais leve


Suportar qualquer intempérie

Que afugente minha máscara

Do veneno que me consome

Escancara-me pecador confesso

Nada santo nada anjo nem sonso

- Porem certamente mais íntimo

Das provações do divino

E nada é mais humano que ser digno

0 visualização0 comentário
Poema do Dia:

© 2020 by ONDAX

  • Facebook PSRosseto
  • Instagram PSRosseto