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                                                    PSRosseto

  • Paulo Sérgio Rosseto

Muito além das aglomerações e acima dos grupos

Mora com peculiar particularidade

O espírito que se fez parte

E a parte que se tornara única

Longe de arroubos e apupos


É como se entre capas as páginas escondessem entrelinhas

E nalgum canto delas a palavra extinta por premissa

Morasse apenas num mínimo fio de pensamento

De um livro omisso transcrito pelas eras

Presente porque nascera

Vivente por toda espera


Porque pensas que não penso

Porque achas que não sei

Porque dizes que não creio

Desprende-se dos ossos a carne inerte e dela solta a pele


Quando a morte é certa e incerta a aurora

Se a veia cansa e sozinha estoura

Já era

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  • Paulo Sérgio Rosseto

Este céu é o mesmo sobre o campo fértil e o deserto


Por todos os lados soltos da esfera

Mantem presas as aguas nos leitos

As raízes aprofundadas

E todos os seres e coisas plantadas

Ainda que o vento as desenterre


O que se desprende queda

Experimente a queda, não desespere

Depois se levante e novamente voa


Este céu pequeno sobre a tua cabeça é imenso

Por isso cada tombo é diverso ainda que doa


Não importa se da mesma ou diferente altura

Sobe pois ao céu e desapegue a terra, criatura!

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  • Paulo Sérgio Rosseto

No máximo te penso

Nem mesmo te ouço

Tampouco te chamo


Arrependo por esse letárgico processo

De abandono aos pedaços

É que apesar de poeta ainda estou insano

Insistindo mais do que minha idade é capaz


Preciso deixar de ser razão

Retornar-me humano sem utopia


Morrer não é mau

Se a vida não parasse

Eu nem partia

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Poema do Dia:

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